Alegre!

Catarina 

É a cidade, não que eu não seja ou não esteja, mas se for para definir algum estado de espírito será estressada e cansada! Todos os motivos… Final de período e um ano sem férias do trabalho… Fora que estou chegando de Cachoeiro agora… Tá bom para você? Ah, e tem mais, eu fui para o Festival de Alegre… Por isso o cansaço, e o post, que chegará até o Festival. Por que a demora em postar??? Não acredito que você teve a capacidade de pensar nisso… Hunf! Mas eu me justifico, afinal devo satisfações… Primeiro: na semana que eu voltei, tinha várias coisas para Ufes, ainda bem que tinhamos a série Muqui engatilhada… Como se não bastasse, minha garganta inflamou horrores na quarta-feira, com febre, mal-estar e dores no corpo… Pensei em fazer um post desabafo a la LP, mas ele tinha acabado de fazer um e o Malini falou que isso passava uma imgem de intimidade entre os editores/ blogueiros e os leitores, mas que já estava bom, né?! Então me contive e fui dormir… E guardei o post na minha cabeça exausta para quando tivesse tempo. Não que eu tenha, agora, por exemplo estou na casa da minha prima que está voltando para Londres amanhã e eu ainda não pude curti-la direito… Mas Londres ainda não, vamos ao Festival de Alegre. Continue lendo ‘Alegre!’

Blog Subjetividade

Por Luiz Paulo Comério.

Se blogueiro linka blogueiro, faço aqui meu papel de tal. Mas não apenas linká-lo, também vou comentá-lo.

Comentá-lo-ei – mesóclise é um luxo – não apenas para avaliar seu conteúdo, mas também como forma de vender a imagem que ele carrega, que a princípio conturbada, se finda envolvente.

Por mais que o blog Subjetividade de Gisele Pereira, aqui analisado, tenha seu texto denso e complexo, por vezes quedando-se tenso, ele revela-se bem construído, o que dá a ele maior credibilidade entre os internautas que o lêem.

Os textos de Gisele falam da subjetividade não só apenas do ser como indivíduo, mas também na construção de suas relações. O que é o ponto máximo do blog. Essas proposições não são apenas jogadas ao Deus-dará. Mas são relacionadas a termos do senso comum, o que dá a ele maior compreensão.

Entretanto o blogueiro peca em dois quesitos essenciais de um blog: a falta de hipertextualidade e de multimidialidade. O texto precisa ser mais linkado, e não apenas a um site – o wikipedia – mas também páginas de outros sites, como de jornais, ou de relacionamentos – como o orkut, mas principalmente outros blogues. O segundo ponto para concluir é sua multimidialidade; falta o audiovisual, fotos, vídeo; que dá ao blog uma imagem esteticamente melhor trabalhada.

Apesar desses pontos, o blog vale a pena ser conferido e comentado, mesmo poque ele propõe juízus e qualquer juízo deve ser questionado.

Prova 2: Rápida exposição de idéias.

Por Luiz Paulo Comério. 

Se multidão é um conjunto de singularidades cooperantes, e singularidade é a relação de dependência do ser ao outro, pode-se depreender disso o porquê da internet ser uma mídia de multidão.

 O crescimento da internet se deu quando indivíduos em sua singularidade cooperaram entre si, formando assim uma multidão. Essa multidão era formada por membros comuns que não pertenciam à uma instituição burocrática e que tinham interesse em dividir entre todos o que a internet oferecia. Hoje, essa multidão cresceu e engloba grande parte do mundo; forma uma rede que é mantida por todos aqueles que a usam. Nela há uma troca, uma relação entre aqueles que a usam, tecendo uma rede midiática e de controle. Controle esse que está nas mãos dos usuários, já que qualquer exposição feita na internet pode ser vigiada – todos que tem acesso à internet, tem acesso às informações nela contida. 

Também vale ressaltar a dependência que a internet causa naqueles que a usam, criando também um controle sobre a vida dos usuários: qual site ou comunidade ele entra.

Porquês, Internet, multidão e controle, a prova!

Catarina Carneiro 

Tenho duas afirmações diante de mim:

  •  A Internet é uma mídia de multidão;
  • A Internet é uma mídia de controle da vida.

Minha função agora é justificá-las.

Para o entendimento da justificativa ficar acessível ao máximo de pessoas, considero pertinente conceituar o que poderia ser confundido por ser comumente usado em outro sentido: multidão é o conjunto das singularidades cooperantes que se apresentam como uma rede que define as singularidades em suas relações umas com as outras de acordo com o papa do assunto, Antonio Negri. Ou seja, para entendimento do assunto proposto, multidão não será aqui simplesmente um amontoado de gente. O conceito pode ser ainda destrinchado para melhor entendimento. Negri defende que a singularidade mencionada acima é o homem que vive e que se define na relação com o outro. Sem o outro, ele não existe em si mesmo. É uma relação de interdependência humana, que se difere fundamentalmente do individualismo, que faz com que o homem se feche nele mesmo. Fazendo analogias: a singularidade é a globalização, que estabelece laços de dependência, de necessidade do outro para a própria existência. O nacionalismo na sua forma mais radical, a nazista, por exemplo, despresa o outro, o que importa é o que ele próprio produz.

 singularidade             180px-nazi_swastikasvg1.png

singularidade                          individualismo

E a Internet é o espaço, ou melhor, o ciberespaço – a Internet é símbolo e principal florão do ciberespaço, Pierre Lévy no seu livro Cibercultura – onde ocorrem essas relações entre os singulares. Desde sua gênese é assim, ela foi criada sob um conceito também primordial de multidão. Lévy mesmo afirma que o inventor da Internet foi um movimento social com o intuito de devolver aos indivíduos uma  potência técnica que havia sido monopolizada por grandes instituições burocráticas. O que foi feito foi tornar comum algo que nasceu assim, mas que se tornou particular. Pensando assim, voltamos ao conceito de multidão por um outro raciocício de Negri: “O comum é sempre construído por um reconhecimento do outro – multidão -, por uma relação com o outro – singularidade – que se desenvolve nessa realidade”. A Internet é o meio, o ciberespaço, criado pelo singular para manter suas relações por meio de compras em sites, conversas em salas/ programas de bate-papo, trocas informações nas enciclopédias cibernéticas, constituindo assim o comum e tornando-se multidão.

Ficou evidente aqui que não há um uma instituição de comando, um soberano, um centro que controle a Internet, ficou? Isso porque ele não existe. A Internet obedece o sistema muitos para muitos. Não está saindo de um ponto para seus usuários. As trocas acontecem de usuários para usuários. Neles está o controle. Sim, o controle existe. E ele não abandona a lógica de de interdependência encontrada na multidão. Ele se alimenta disso. Dependemos da produção alheia na Internet, e ela pode nos controlar, impondo-nos idéias, fechando-nos em suportes. O controle não é aquele do tempo e do espaço de produção de uma indústria. Ele é constante e nos submetemos a ele porque temos necessidade de informação.  O controle da nossas vidas pelas nossas cognições: preciso saber o que é notícia, ver a foto foi postada no fotolog de fulano, ler os recados do Orkut de cicrano.  Isso é o biopoder agindo com sua sutilesa sobre nós. Gostaria até de usar um neologismo de minha autoria, que na verdade é uma conclusão do controle que ocorre no ambiente da Internet: o intercontrole social, ou o controle que ocorre entre os membros da sociedade.

Referências Postográficas:

Pierry Levy

e

Casa de Cultura Ney Rambalducci

Luiz Paulo

Ney Rambalducci ama Muqui! E isso pode ser percebido em sua casa, a qual ela tem o prazer em mostrar a todos que queiram conhecer um pedaço da história do município. Continue lendo ‘Casa de Cultura Ney Rambalducci’

Sem post hoje!

Para todos aqueles que estavam esperando mais uma matéria, infelizmente hoje não encontrarão mais uma, isso porque (ainda não sei se é assim que se escreve?!) estou curtindo o feriado. É sim! Também tenho esse direito. Vou esquentar minha cabeça com isso enquanto todos estão caindo no rock – num bom capixabês – em todo o mundo, mesmo porque (????)  o blog tem fãs desde Governador Lindenberg até Moscou. Ele é universal (…) Aiai, quem dera! Mas enfim venho aqui me justificar pelo respeito aos nossos fãs – que são poucos, mas são seletos.

Mas para aqueles que aguardam ansiosos a última matéria do especial Muqui – antes que entre o especial Festival de Alegre – segunda-feira postarei o último post do especial, aquele sobre a casa de Ney Rambalducci.

É isso, não deixei vocês na mão, vim me justificar.

Beijo a todos, e à todas também…

Luiz Paulo Comério, vulgo LP.

Secretaria valoriza cultura em Muqui

Luiz Paulo

De uma pequena sala no prédio da prefeitura a um casarão na Rua Vieira Machado, a Secretaria de Turismo e Cultura de Muqui passou por muitos impasses e conquistas. Hoje, ela se consolida com projetos que valorizam a cultura do município. À frente dela está uma competente equipe liderada há 8 anos pela turismóloga Joelma Consuela Fonseca e Silva, que aqui fala sobre a secretaria. Continue lendo ‘Secretaria valoriza cultura em Muqui’