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Blog Subjetividade

Por Luiz Paulo Comério.

Se blogueiro linka blogueiro, faço aqui meu papel de tal. Mas não apenas linká-lo, também vou comentá-lo.

Comentá-lo-ei – mesóclise é um luxo – não apenas para avaliar seu conteúdo, mas também como forma de vender a imagem que ele carrega, que a princípio conturbada, se finda envolvente.

Por mais que o blog Subjetividade de Gisele Pereira, aqui analisado, tenha seu texto denso e complexo, por vezes quedando-se tenso, ele revela-se bem construído, o que dá a ele maior credibilidade entre os internautas que o lêem.

Os textos de Gisele falam da subjetividade não só apenas do ser como indivíduo, mas também na construção de suas relações. O que é o ponto máximo do blog. Essas proposições não são apenas jogadas ao Deus-dará. Mas são relacionadas a termos do senso comum, o que dá a ele maior compreensão.

Entretanto o blogueiro peca em dois quesitos essenciais de um blog: a falta de hipertextualidade e de multimidialidade. O texto precisa ser mais linkado, e não apenas a um site – o wikipedia – mas também páginas de outros sites, como de jornais, ou de relacionamentos – como o orkut, mas principalmente outros blogues. O segundo ponto para concluir é sua multimidialidade; falta o audiovisual, fotos, vídeo; que dá ao blog uma imagem esteticamente melhor trabalhada.

Apesar desses pontos, o blog vale a pena ser conferido e comentado, mesmo poque ele propõe juízus e qualquer juízo deve ser questionado.

Prova 2: Rápida exposição de idéias.

Por Luiz Paulo Comério. 

Se multidão é um conjunto de singularidades cooperantes, e singularidade é a relação de dependência do ser ao outro, pode-se depreender disso o porquê da internet ser uma mídia de multidão.

 O crescimento da internet se deu quando indivíduos em sua singularidade cooperaram entre si, formando assim uma multidão. Essa multidão era formada por membros comuns que não pertenciam à uma instituição burocrática e que tinham interesse em dividir entre todos o que a internet oferecia. Hoje, essa multidão cresceu e engloba grande parte do mundo; forma uma rede que é mantida por todos aqueles que a usam. Nela há uma troca, uma relação entre aqueles que a usam, tecendo uma rede midiática e de controle. Controle esse que está nas mãos dos usuários, já que qualquer exposição feita na internet pode ser vigiada – todos que tem acesso à internet, tem acesso às informações nela contida. 

Também vale ressaltar a dependência que a internet causa naqueles que a usam, criando também um controle sobre a vida dos usuários: qual site ou comunidade ele entra.

Por que mesmo??

Inspirado por O Comum 

Catarina 

Em doze horas estarei acordando para ir à abertura daquele seminário que foi divulgado a pouco tempo por aqui. Mas, afinal de contas, por que mesmo que consideraria este evento tão importante a ponto de me dispor a acordar tão cedo (6:30 h, quase me esqueço que blog não tem hora, ainda me adaptando a esse P2P…) enfim, a acordar tão cedo?? Bom, eu sou aluna de Comunicação Social, certo? Logo, a participação em eventos desse tipo me garantem as horas extras de que preciso para pegar meu longínquo diploma… Ou ainda, esse tipo de discussão é importante pra uma futura comunicóloga, né? Ou, posso usar o motivo da realização do evento para justificar minha viagem (eu moro em Vila Vilha, por isso vou acordar tão cedo…). Continue lendo ‘Por que mesmo??’