Por Luiz Paulo Comério.
Se blogueiro linka blogueiro, faço aqui meu papel de tal. Mas não apenas linká-lo, também vou comentá-lo.
Comentá-lo-ei – mesóclise é um luxo – não apenas para avaliar seu conteúdo, mas também como forma de vender a imagem que ele carrega, que a princípio conturbada, se finda envolvente.
Por mais que o blog Subjetividade de Gisele Pereira, aqui analisado, tenha seu texto denso e complexo, por vezes quedando-se tenso, ele revela-se bem construído, o que dá a ele maior credibilidade entre os internautas que o lêem.
Os textos de Gisele falam da subjetividade não só apenas do ser como indivíduo, mas também na construção de suas relações. O que é o ponto máximo do blog. Essas proposições não são apenas jogadas ao Deus-dará. Mas são relacionadas a termos do senso comum, o que dá a ele maior compreensão.
Entretanto o blogueiro peca em dois quesitos essenciais de um blog: a falta de hipertextualidade e de multimidialidade. O texto precisa ser mais linkado, e não apenas a um site – o wikipedia – mas também páginas de outros sites, como de jornais, ou de relacionamentos – como o orkut, mas principalmente outros blogues. O segundo ponto para concluir é sua multimidialidade; falta o audiovisual, fotos, vídeo; que dá ao blog uma imagem esteticamente melhor trabalhada.
Apesar desses pontos, o blog vale a pena ser conferido e comentado, mesmo poque ele propõe juízus e qualquer juízo deve ser questionado.
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